sábado, 26 de setembro de 2009

MINIATURAS EM CROCHET


Amigas/os aqui está mais uma obra que eu gosto imenso de fazer. Para fazerem uma ideia do tamanho então lá vai. O casaco tem 4cm desde o decóte até ao cós em baixo. A saia tem 3cm de altura e 4cm de largura os sapatos têm 3,5cm de comprimento e o chapéu 6cm de uma ponta á outra. Peço desculpa pela qualidade da foto, mas é de tetemóvel. Beijócas e bom fim de semana.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

OLHEM QUE RICA ABÓBORA


Ora meus amigos digam lá se os meus filhótes têm ou não têm uma rica abóbora?... Não !... não é de onde estão a pensar. É do Ribatejo mas não é do Entroncamento. Por curiosidade esta linda abóbora pesava 15 kg. Beijócas e boa semaninha.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

BLOG DE GRÁFICOS

AMIGAS/OS TENHO UM NOVO BLOG SÓ PARA GRÁFICOS. QUANDO QUISEREM ALGUM GRÁFICO E QUE EU TENHA É SÓ DIZER. PEÇO DESCULPA SE HOUVER ALGUMA FALHA, MAS COMO JÁ DISSE ANTERIORMENTE, AINDA ESTOU NA APRENDIZAGEM. O NOME DO BLOG É. lauritaeosgraficos.blogspot.com BEIJÓCAS E BOA SEMANINHA.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009




PADRÃO DOS DESCOBRIMENTOS

Olá amigas, tenho a confessar-vos uma coisa:- Esta coisa das novas técnologias dá-me cabo da carola. Andei aqui ás voltas para aprender a digitalizar e não é que consegui? Ainda não sei é mandar os esquemas por mail, mas tenham calma que eu vou lá chegar. Assim atendendo a um pedido de esquema, que a amiga Cristina me pediu, vou, não só publicar o esquema, como também a respectiva revista. Se precisarem de mais algum é só dizer. beijócas

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A NEVE

Olá amigas/os como não posso postar nada, pois ainda não tenho máquina fotográfica, tenho andado em arrumações. Foi nessas ditas arrumações, que encontrei o livro da 3ª classe. Tem a Mocidade Portuguesa na capa e entre outros tem este poema, que eu acho que é eterno. Então digam-me se tenho ou não razão. Beijócas

A NEVE

Batem leve, levemente,
Como quem chama por mim...
Será chuva? Será gente?
Gente não é certamente
E a chuva não bate assim...

É talvez a ventania;
Mas há pouco, há poucachinho,
Nem uma agulha bulia
Na quieta melancolia
Dos pinheiros do caminho...

Quem bate assim levemente,
Com tão estranha leveza
Que mal se ouve, mal se sente?...
Não é chuva, nem é gente,
Nem é vento com certeza.

Fui ver. A neve caía
Do azul cinzento do céu,
Branca e leve, branca e fria...
-Há quanto tempo a não via!
E que saudades, Deus meu!

Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente, e quando passa,
Os passos imprime e traça
Na brancura do caminho...

Augusto Gil